Este blog tem como objetivo apresentar as produções desenvolvidas pelos alunos da Educação de Jovens e Adultos- EJA – Noturno, da Escola Municipal Consulesa Margarida Maksoud Trad, da cidade da Campo Grande-MS com o projeto Minha Escola, Meu Projeto de Vida, Minhas Vivências e Leitura tendo início no ano de 2009. Em 2010, com a Copa do Mundo, reativamos com Projeto História, Copa e Tecnologia, permitindo aos alunos a pesquisa orientada, a produção de textos e acesso aos recursos tecnológicos.
sábado, 24 de outubro de 2009
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
ACRÓSTICO SOBRE O MERCOSUL
Mato Grosso do Sul é considerado o pólo de turismo ecológico do Mercosul.
Essa condição representa um grande desenvolvimento econômico ao Estado
Rio Paraguai, Uruguai e Paraná constituem uma importante hidrovia comercial do Mercosul.
Colônia do sacramento é a capital histórica do Mercosul, localizada às margens do Rio da Prata.
Os objetivos econômicos do Mercosul pretendem unir política social e culturalmente os povos da América Latina.
Seus rios são importantes vias de ligação entre os países membros do Mercosul.
Um desenvolvimento qualitativo e quantitativo a economia.
Ligando assim, a história da Argentina, do Uruguai,do Paraguai e do Brasil.
A estrada de ferro Noroeste do Brasil
O ramal ligando Campo Grande a Ponta Porá só começou a ser construído em 1938, tendo sido concluído em 1953. Surgiu, ao longo dos trilhos da Noroeste, novas cidades como Três Lagoas, Água Clara, Ribas do Rio Pardo, Sidrolândia, entre outras.
A construção da Ferrovia Noroeste do Brasil possibilitou o aumento das relações comerciais com o estado de São Paulo. O gado passou a ser transportado por trem, do sul de Mato Grosso para a cidade de Bauru, com maior rapidez do que nas comitivas e chegando em melhores condições.
A chegada da ferrovia Noroeste do Brasil a Campo Grande foi decisiva para o crescimento desta cidade, que se tornou um importante entreposto comercial.
A erva mate
A cultura Indígena do Mato Grosso do Sul
Vamos conhecer um pouco do jeito da cultura dos povos Indígenas de Mato Grosso do Sul.
No nosso Estado as tribos existentes continuam lutando contra as dificuldades no relacionamento com a cultura dos brancos. Aqui vive a segunda maior população indígena do mundo com aproximadamente 50 mil Índios, que está divida em cinco tribos:
Os Índios Guató são conhecidos por viverem em palafitas, eles habitam a Ilha Insua, localizada na região de Corumbá. Sempre viveram da caça e da pesca, atividades que exigiam a construção de canoas pequenas e velozes.
Os Índios Ofayé – xavante vivem as margens do rio Paraná e do Rio Sucuriu, até as nascentes dos rios Vacaria, Ivinhema e Verde, locais onde construíram seus acampamentos pacíficos. Cultivam a mandioca, o feijão, o milho, arroz e outras plantações.
Os Índios Terena se caracterizava como uma nação de agricultores e excelentes ceramistas e de tradição guerreira. Hoje, são 15 mil índios que vivem em reservas ou periferias das cidades.
Os Índios Guaicuru ou Kadiwéu são um povo seminômade que habita a região da bacia do rio Paraguai. Os Kadiwéu encontram-se hoje quase totalmente concentrados na reserva doada por dom Pedro II ao seu povo.
Os Índios guarani-caiuá era dono de um vasto território-cerca de 4 milhões de hectares com matas, rios e áreas para a exploração da caça. São excelentes agricultores e cultivam o milho, a base de sua alimentação e algodão para confecção de redes e vestimentas.
Guerra do Paraguai
Os paises da tríplice aliança tiveram o o apoio da Inglaterra, que pretendia impedir o crescimento de uma potência sul-americana, e os outros países temiam uma possível expansão paraguaia em seu território.
O presidente Francisco Solano Lopes tinha como objetivo aumentar o território paraguaio e obter uma saída para o Oceano Atlântico, através dos rios da Bacia do Prata. O confronto iniciou com a criação de obstáculos impostos às embarcações brasileiras que se dirigiam a Mato Grosso através da capital paraguaia.
O conflito durou seis anos; contudo, já no terceiro ano, o Brasil via-se em grandes dificuldades com a organização de sua tropa, pois além do inimigo, os soldados brasileiros tinham que lutar contra o falta de alimentos, de comunicação e ainda contra as epidemias que os derrotavam na maioria das vezes. Por fim, no ano de 1870, a guerra chega ao seu final com a morte de Francisco Solano Lopes em Cerro Cora.